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Medida anunciada no “Dia da Libertação”, Trump pressiona setores do aço ao etanol; o Presidente Lula busca alternativas na China e UE, para evitar o risco de inflação e desemprego

 

Falando Sério! Em um movimento que mistura protecionismo e retórica política, os EUA impuseram tarifas de 10% sobre produtos brasileiros, incluindo aço, etanol e manufaturados, como parte da ofensiva comercial global de Donald Trump. A medida, anunciada no polêmico “Dia da Libertação da América”, ameaça setores estratégicos do Brasil, mas também abre espaço para uma guinada geopolítica. Enquanto o governo Lula tenta negociar exceções, analistas sabem: o país não será vítima colateral de uma guerra que não começou. O presidente Lula está na trincheira defendendo empregos e o crescimento econômico.

Vamos dissecar para vocês

1. Os Setores na Mira: Aço, Etanol

Aço e alumínio: Tarifa extra de 10% se soma aos 25% já vigentes desde março. Prejuízo estimado: US$ 1,2 bi/ano. O governo está negociando com os EUA.

Etanol: Taxa pode saltar de 2,5% para 18%, afetando usinas de São Paulo e Goiás que dependem do mercado americano.

Cadeias globais: Montadoras como Volkswagen e GM alertam para encarecimento de peças importadas dos EUA, com impacto no preço de carros no Brasil. Há alternativas, o governo responderá à altura e defenderá a economia brasileira.

2. A Reação de Lula: Diplomacia ou Retaliação?

Diplomacia: Brasil evita confronto direto e busca negociar cotas de exportação para produtos sensíveis, exemplos: etanol, alumínio e aço.

PL da Reciprocidade: Projeto no Congresso autoriza retaliações equivalentes, mirando produtos como whiskey e trigo americanos.

Alinhamento alternativo: Acordos com China e UE podem compensar perdas, mas exigem ajustes logísticos e burocráticos.

3. O Custo para o Brasileiro: Como a equipe econômica do Brasil é hábil, alternativas econômicas estão à mesa.

Preços: Insumos industriais e eletrônicos importados dos EUA poderão ficar mais caros, exemplo: peças para agricultura e TI, mas ainda é cedo para pessimismo.

Câmbio: Pressão sobre o real é possível, mas há mecanismo para escape.

Emprego: Setor automotivo e siderúrgico empregam 2,3 milhões direta e indiretamente; Não se fala em demissões.

4. No Jogo Geopolítico, Brasil não é Peça, é Jogador!

Vantagem relativa: Tarifa de 10% é menor que a aplicada a China (34%) e UE (20%), sinalizando possível espaço para negociação.

Oportunidade na crise: Brasil pode se tornar exportador alternativo de commodities para a UE e Ásia, substituindo os EUA em mercados específicos.

Risco de isolamento: Se retaliar, pode perder acesso a tecnologias americanas, exemplo: agroquímicos.

Conclusão

As tarifas de Trump são um teste de fogo para a estratégia econômica de Lula. Enquanto o governo busca equilíbrio, setores produtivos já preparam alternativas. Em um mundo onde comércio virou arma, o Brasil é grande para negociar regras. Irá navegar com pragmatismo como gigante no conflito.

Imagens Destacadas: Trump – https://www.goodfon.com/men/wallpaper-download-1920×1080-donald-tramp-donald-trump-ssha-usa-45-i-prezident-ssha-soe-1.html

Lulua: Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva – Créditos: (Foto da AP)

Fontes: https://ria.ru/20250402/poshliny-2008993829.html

https://www.reuters.com/world/us/trump-escalate-global-trade-tensions-with-new-reciprocal-tariffs-us-trading-2025-04-02/

Marcos Gimenez

Marcos Gimenez Queiroz é Publicitário, Redator, Roteirista, Professor das Disciplinas RTV e Cinema, Professor Graduado em Letras Português e Espanhol pela PUC-SP e Diretor do GapingNews.com

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