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Enquanto Casa Branca e Kremlin avançam em negociações, alguns países da OTAN expressam descontentamento

 

China surge como peça-chave para a estabilidade global em um cenário de tensões tarifárias e realinhamentos geopolíticos

 

Segundo AP News, no dia 18 de março de 2025, os presidentes Donald Trump (EUA) e Vladimir Putin (Rússia) realizaram um telefonema histórico, discutindo a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias na guerra da Ucrânia, que já dura três anos. As negociações incluem um cessar-fogo em infraestrutura energética, acordos marítimos no Mar Negro e a troca de prisioneiros.

Enquanto isso, países da OTAN, como Reino Unido, França, Alemanha, Polônia e Lituânia, expressam descontentamento com a exclusão do processo.

Declarações da Casa Branca

Donald Trump enfatizou a necessidade de paz e um cessar-fogo imediato, destacando que os recursos gastos na guerra seriam melhores utilizados para atender às necessidades do povo ucraniano e russo.

O presidente americano propôs um cessar-fogo de 30 dias, com foco em infraestrutura energética e negociações técnicas no Mar Negro.

Trump também sugeriu a melhoria das relações bilaterais entre EUA e Rússia, incluindo acordos econômicos e cooperação em áreas como energia e esportes.

Declarações do Kremlin

Vladimir Putin agradeceu a Trump pela iniciativa e expressou disposição para trabalhar em uma solução abrangente e sustentável para o conflito.

O Kremlin destacou a necessidade de parar a mobilização forçada e o rearmamento na Ucrânia, além de garantir o controle efetivo sobre o cessar-fogo.

Putin confirmou a troca de prisioneiros (175 para 175) e a liberação de 23 militares ucranianos gravemente feridos como gesto de boa vontade.

Reação Internacional

OTAN: Países como Reino Unido, França, Alemanha, Polônia e Lituânia criticaram a exclusão do processo de negociação, não é declarado o porque da insatisfação, mas podemos inferir que investiram significativamente em um discurso anti-Rússia, com envio de bilhões de Euros, materiais bélicos, treinamento de tropas ucranianas e expuseram-se politicamente em seus países, para ficarem de fora do processo de paz.

China

A China, com sua relação estratégica com a Rússia, embora não seja um agente ativo nesse processo de paz, todavia, é parceira da Rússia em uma gama de atividades tecnológicas e comerciais. Por isso, pode se posicionar como mediadora, promovendo a estabilidade global e fortalecendo suas próprias relações internacionais.

Guerra Tarifária: Enquanto isso, os EUA continuam em guerra tarifária com a UE, Canadá, México e Brasil, aumentando, ainda mais, as tensões comerciais e expondo essas economias, penalizando a população desses países, incluindo os próprios americanos.

Conclusão

O telefonema entre Trump e Putin marca um momento crucial nas relações internacionais, com potencial para redefinir o equilíbrio de poder. No entanto, os desafios são significativos, especialmente considerando a reação de alguns membros da OTAN e as tensões comerciais em curso. A China, corre por fora, com sua diplomacia pragmática e visão de longo prazo, pode desempenhar um papel importante nesse novo cenário, abrindo opções comerciais, agora fragilizadas, promovendo a cooperação e, consequentemente, a paz.

Imagem Destacada: Vladimir Putin e Donald Trump se encontram na Cúpula do G-20 em Hamburgo em 7 de julho de 2017.

Créditos: Kremlin.ru – http://kremlin.ru/events/president/news/55006/photos

Marcos Gimenez

Marcos Gimenez Queiroz é Publicitário, Redator, Roteirista, Professor das Disciplinas RTV e Cinema, Professor Graduado em Letras Português e Espanhol pela PUC-SP e Diretor do GapingNews.com

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